As facções CP (Comando da Paz) e PCC (Primeiro Comando da Capital) têm
provocado mais de 90% dos assassinatos de Salvador e cidades da região
metropolitana.
Os números passados por um membro da segurança baiana não são considerados
oficiais pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), mas também não
são questionados por moradores dos bairros que estão sendo dominados pelos
grupos que lutam para conquistar territórios, usuários de drogas e poder. Para
isso, eles trocam tiros durante o dia e fazem pessoas inocentes como vítimas.
Nos últimos 15 dias, a guerra entre as facções matou pelo menos quatro crianças, em Salvador. Dia 31 de janeiro, Caique Brito de Jesus, 8 anos, foi morto por bandidos. Moradores contaram que um grupo com cerca de 5 homens chegou ao local atirando e não houve confronto. “O objetivo era matar um inocente”, disse uma testemunha.
No dia 08 de fevereiro, Lorena Moreira dos Santos, 12 anos, brincava com uma colega na laje de casa e foi atingida por um tiro que acertou a testa. Ela morreu no local. A amiga também foi alvejada, mas sobreviveu.
Dia 12, a vítima foi Cauan Nery Cruz, de 1 ano e 8 meses, morto dentro de casa. Além dele, a mãe Camila Arruda, 19 anos, e o namorado dela, Leandro Alves Pereira, 27, também foram baleados, mas conseguiram escapar com vida.
Já na sexta-feira (14), Daiane Ramos dos Santos, de 9 anos, foi baleada, chegou a ser encaminhada a um hospital, mas não resistiu. De acordo com a polícia, ela foi vítima da disputa por território entre traficantes.
Além das crianças, os moradores também estão sendo vítimas das facções. “Eles marcam os muros com as siglas CP e PCC. Se eu morar em uma rua do CP, não posso ir para a rua seguinte que é do PCC. Estamos vivendo acuados e eles já demarcaram o território. Não sabemos a quem recorrer”, conta Marcos Sena, que utiliza nome fictício.
Nos últimos 15 dias, a guerra entre as facções matou pelo menos quatro crianças, em Salvador. Dia 31 de janeiro, Caique Brito de Jesus, 8 anos, foi morto por bandidos. Moradores contaram que um grupo com cerca de 5 homens chegou ao local atirando e não houve confronto. “O objetivo era matar um inocente”, disse uma testemunha.
No dia 08 de fevereiro, Lorena Moreira dos Santos, 12 anos, brincava com uma colega na laje de casa e foi atingida por um tiro que acertou a testa. Ela morreu no local. A amiga também foi alvejada, mas sobreviveu.
Dia 12, a vítima foi Cauan Nery Cruz, de 1 ano e 8 meses, morto dentro de casa. Além dele, a mãe Camila Arruda, 19 anos, e o namorado dela, Leandro Alves Pereira, 27, também foram baleados, mas conseguiram escapar com vida.
Já na sexta-feira (14), Daiane Ramos dos Santos, de 9 anos, foi baleada, chegou a ser encaminhada a um hospital, mas não resistiu. De acordo com a polícia, ela foi vítima da disputa por território entre traficantes.
Além das crianças, os moradores também estão sendo vítimas das facções. “Eles marcam os muros com as siglas CP e PCC. Se eu morar em uma rua do CP, não posso ir para a rua seguinte que é do PCC. Estamos vivendo acuados e eles já demarcaram o território. Não sabemos a quem recorrer”, conta Marcos Sena, que utiliza nome fictício.
