Roger Fassarella
foi preso suspeito de integrar uma organização criminosa especializada em
fraudes bancárias
Um homem de 53 anos,
identificado como Roger Fassarella, foi preso na quinta-feira (22/01) em
Fundão, no Espírito Santo, suspeito de integrar uma organização criminosa
especializada em fraudes
bancárias. Segundo a Polícia Civil, ele possuía diversas identidades
falsas, das quais apenas a fotografia era verdadeira, e é investigado por
causar prejuízos financeiros a várias vítimas.
O delegado Leandro
Sperandio explicou que o grupo funcionava de forma estruturada e
permanente, com funções distintas que se complementavam. Membros do grupo iam
a agências bancárias com documentos falsificados (identidade,
comprovante de residência e comprovante de renda) e abriam contas em nome de
terceiros. Com os aplicativos bancários, realizavam empréstimos e
financiamentos fraudulentos que eram posteriormente resgatados por outros
integrantes.
Liderança e ramificações
O grupo é liderado por Leonardo
Quirino Alves Nunes, de 27 anos, preso em agosto de 2025, na primeira fase
da operação. Segundo a polícia, o criminoso começou atuando diretamente nas
agências bancárias e depois passou a coordenar outros participantes,
fabricando documentos falsos e regimentando as operações, aumentando sua
participação nos lucros do esquema.
Leonardo Quirino
Alves Nunes, preso em agosto de 2025
Leonardo foi preso após aplicar um golpe em Aracruz e se deslocar para Fundão. Durante a prisão, a polícia apreendeu dezenas de documentos falsos, cartões bancários, celulares usados nas fraudes, além de identidades e CRLVs em branco, destinados à confecção de documentos fraudulentos. Outros suspeitos também foram presos no mesmo dia. Segundo o delegado, o grupo tem ramificações em todo o Espírito Santo, e novas prisões não estão descartadas.
Documentos falsos,
cartões bancários, celulares usados nas fraudes bancárias e CRLVs em branco
apreendidos em agosto de 2025
As investigações apontam que os criminosos compravam dados pessoais de vítimas em ambientes virtuais, disponibilizados por empresas que não adotavam as devidas cautelas. Esses dados eram utilizados para identificar “bons clientes” e aplicar os golpes de forma estratégica.
Fonte: TV Vitória


