Nova Cracolândia tem símbolos do PCC e distribuição de droga de graça


Dezenas de barracas e tendas formam um acampamento denso, quase impenetrável de lonas. Cordas cruzam como varais boa parte da praça Princesa Isabel, no centro da cidade de São Paulo. A grande quantidade de árvores facilita a construção dos abrigos que servem como comércio e moradia. Dentro do refúgio grandes pedras de crack continuam sendo vendidas quase como se fosse uma feira livre.


Pichações e declarações de usuários indicam a permanência da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) no local, onde, quase duas semanas após a operação da Prefeitura e do governo do Estado na antiga Cracolândia, formou-se um comércio informal de cachimbos para o uso da droga, isqueiro, cachaça, cigarro, e até biscoito recheado e pipoca doce.

O novo “fluxo” reúne centenas de pessoas e algumas particularidades, mas mantém a mesma dificuldade há mais de uma década: o tráfico e o consumo de crack.

Por R7

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