A afirmação feita pelo
presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de que o debate sobre o
aborto não faz parte da agenda da Casa e que o tema só irá à votação por cima
do seu cadáver, provocou reações entre grupos de movimentos feministas. A
organização Católicas pelos Direitos de Decidir, que defende o debate sobre
direitos reprodutivos e a legalização do aborto, publicou nota na qual afirma
que "as mulheres merecem ter seus direitos respeitados e para isso é
necessário que suas demandas estejam na pauta do Legislativo".