Preocupada com o pífio desempenho da economia nos últimos
dois anos, a presidente Dilma Rousseff inicia a segunda metade de seu mandato,
a partir de 1.º de janeiro, com a difícil tarefa de fazer o governo andar,
recuperar a confiança dos investidores e soldar a base aliada, hoje com
fraturas expostas.
No ano em que o PT completa uma década no
comando do País, a cúpula do partido avalia que a reeleição de Dilma, em 2014,
depende de um crescimento de, no mínimo, 4%. “Nós não podemos perder 2013″,
disse o senador Jorge Viana (PT-AC), ex-governador do Acre.
“(O ano de) 2012 foi muito ruim e precisamos
dar uma dinâmica ao governo agora, para criar o ambiente que vai deslanchar o
processo (da reeleição). Todos nós sabemos que é necessário acelerar o Programa
de Aceleração do Crescimento”, emendou ele, usando um trocadilho para se
referir ao PAC.
