No primeiro dia útil de 2021, a
oposição confirma a disposição de pressionar pela manutenção de gastos públicos
emergenciais para socorrer a parcela mais pobre da população e trabalhadores
informais que perderam sua renda por causa da pandemia de coronavírus.
O líder da minoria na Câmara dos
Deputados, José Guimarães (PT/CE), protocolou projeto de lei que prevê a
continuidade do pagamento do auxílio emergencial em seu valor cheio, de R$ 600,
pelo menos até abril. Pelo texto, a primeira parcela já seria paga já em
janeiro.
Governadores também insistirão em mecanismos que permitam a
manutenção de gastos para o socorro às vítimas da pandemia. O grupo ligado ao
Forum Nacional de governadores deve redobrar a pressão junto às suas bancadas
parlamentares pela manutenção do Estado de Calamidade decretado em março de
2020 e aprovado por unanimidade pelo Congresso.
Por: R7
