Uma nova rodada do auxílio
emergencial tornou-se um dos temas centrais na disputa pelo comando do
Congresso Nacional. Na Câmara, os dois principais candidatos já se posicionaram
a favor de discutir a retomada dos pagamentos.
Com mais de 200 mil
vítimas fatais da Covid-19 no País, a pressão é crescente
entre os parlamentares e já entrou no radar do Ministério da Economia. A equipe
econômica avalia que, caso haja necessidade de renovar o benefício, o valor
precisará ficar abaixo dos R$ 300 pagos entre
setembro e dezembro do ano passado.
O próprio ministro da Economia,
Paulo Guedes, já admitiu publicamente a possibilidade de renovação do benefício
em caso de recrudescimento da Covid-19, mas nenhum movimento foi feito até
agora - à espera de sinalizações do Ministério da Saúde e do presidente Jair
Bolsonaro.
Desde já, o diagnóstico é que um
benefício de R$ 300 ou mais é financeiramente insustentável. No ano passado, o
País se endividou para destinar R$ 322 bilhões ao pagamento do auxílio
emergencial.
Por: R7
