Quem já começou a se movimentar pela
presidência da Assembleia Legislativa da Bahia, foi Ronaldo Carletto (PP), numa
jornada solitária para emplacar o deputado Robinho, caso não haja mesmo
reversão da PEC para a reeleição de Nelson Leal. Mas a jogada foi atabalhoada e
mal vista por muitos pepistas porque antecipou tratativas com ACM Neto em busca
dos votos da bancada de oposição.
Alguns deles disseram que Carletto
colocou o carro na frente dos bois e terminou sua peregrinação sem nenhuma
garantia de apoio. Ele ofereceu apoio do PP em Eunápolis, à candidata
do DEM, Cordélia Torres, o que se confirmou posteriormente porque Neto
Carletto, seu sobrinho, declinou da pré-candidatura.
Efeito colateral
Com isso, o MDB - que caminharia
com os pepistas numa espécie de via alternativa - acabou indo apoiar o prefeito
Robério Oliveira, do PSD, que está buscando a reeleição.
Informações da coluna Na Sombra do
Poder / BNews
