O
Ministério Público Federal de Curitiba, responsável pelas investigações da
Operação Lava Jato, concluiu que o apartamento triplex na cidade do Guarujá, no
litoral Paulista, teria sido entregue ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras.
Por conta disso, o MPF apresentou ao juiz
Sergio Moro, da Justiça Federal de Curitiba, o pedido de prisão, em regime
fechado, do ex-presidente e mais seis réus por corrupção e lavagem de dinheiro.
O pedido foi encaminhado na sexta-feira (2). Além de Lula também foi solicitada
a prisão do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e dos executivos da empresa
Agenor Franklin Martins, Paulo Gordilho, Fábio Yonamine, Roberto Ferreira e o
presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.
A
acusação do MPF-PR atribui ao ex-presidente Lula o papel de ‘comandante máximo
do esquema de corrupção’ identificado na operação. A denúncia sustenta que
Lula recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio – de um valor de R$ 87 milhões
de corrupção – da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012. O MPF-PR pede a
devolução de R$ 87 milhões.
Fonte: Estadão Conteúdo
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