Os
sindicatos dos Vigilantes e Empresas de Segurança Privada (Sindesp) se
reuniram, na tarde de quinta-feira, 1º, no Ministério Público do Trabalho
(MPT), mas não chegaram a um acordo. Um novo encontro foi marcado para
terça-feira, 6, novamente no MPT, às 9h. Segundo a categoria, nenhum empresário
compareceu à assembleia, enviando apenas, como representante, seu advogado. Quatro
procuradores da Justiça também participaram da negociação.
A
categoria está em estado de greve desde o dia 23, após não ter suas
solicitações atendidas. Eles pedem reajuste salarial de 7%, tíquete-refeição de
R$ 20, cotas para as mulheres de 30% por posto de trabalho e piso salarial de
R$ 1.500. Os atendimentos em agências bancárias, no Instituto Nacional do
Seguro Social (INSS) e em museus do estado estão suspensos em decorrência da
paralisação, que, segundo os vigilantes, teve adesão de 65% dos trabalhadores.
