Nascida sem vagina, uma mexicana – que
preferiu não se identificar — foi uma das quatro mulheres que recebeu o órgão
produzido em laboratório. Ela contou que agora tem esperanças de construir uma
família.
Os médicos usaram uma tecnologia
pioneira retirando amostras de tecido das mulheres e construindo em laboratório
a parte implantada a partir de um molde biodegradável.
Os novos órgãos foram dados a mulheres
nascidas com MRKH - Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser, condição genética rara em
que a vagina e útero são subdesenvolvidos ou ausentes.
