O aumento no preço dos insumos, a
escassez de embalagens e o custo da energia devem deixar a cerveja mais cara neste ano, segundo estimativas
de produtores e de entidades do setor. O impulso da moeda norte-americana afeta
diretamente o custo dos commodities, como o milho, a cevada, as leveduras e o alumínio, que são base da cadeia de produção da bebida.
Embora a inflação da bebida em 2020 tenha sido de 1,94%, segundo o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o mercado deve reposicionar os
preços neste primeiro semestre, e o aumento ao consumidor final deve ficar
entre 10% e 15%, seguindo a tendência de aumento
dos alimentos.
