Uso excessivo de eletrônicos pode provocar doenças oculares em crianças



Os gêmeos João Mauricio e Carlos Victor, de 11 anos, têm personalidades diferentes. Enquanto um adora esportes, o outro é aficionado por games. Durante este período de quarentena, a paixão de João teve que ficar de lado e ele acabou mergulhando no universo virtual do irmão Carlos.

Além dos momentos de lazer, os dois também usam seus celulares e computadores para manter contato com os amigos e acompanhar as aulas a distância. Tudo com supervisão da mãe, a escritora Cris Coelho, 41, que está atenta para dosar o tempo que eles vão passar em frente às telas para evitar excessos.

A preocupação de Cris, assim como a de milhares de pais, é evitar riscos à saúde, como possíveis danos à visão das crianças, como o surgimento de casos de miopia.

Especialistas reconhecem a dificuldade de diminuir o tempo de exposição às telas em meio à impossibilidade de permitir que crianças possam brincar na rua ou no condomínio, mas indicam algumas práticas que podem minimizar os riscos à saúde.

Durante períodos de estudos em plataformas online, por exemplo, é recomendável pequenas pausas, de pelo menos cinco minutos, a cada uma hora.

Por Folhapress