O cenário eleitoral para 2020
no município de Eunápolis, no extremo sul da Bahia, se desenha em torno de
quatro nomes. O atual prefeito está com mais de 80% de rejeição. Impedido pela
Justiça de disputar a reeleição, ele pensa em indicar um sucessor, mas, ainda
assim, não vem surtindo efeito diante da opinião popular, que clama por
mudança, por sangue novo, por alguém que mude a rotina de Eunápolis, no que diz
respeito à saúde, educação, infraestrutura, enfim.
Nos bastidores da política, há informações que
o atual prefeito tenta à todo custo, encontrar um candidato para que possa
substituí-lo, entretanto, poucos se sujeitam à esse feito, por entender que a
responsabilidade será intensa, no sentido de reverter a situação que o
município se encontra, em caso de uma eventual eleição.
Ainda nos bastidores, um vereador já anunciou
– segundo um site local – que não disputará a reeleição, tentando almejar o
Executivo municipal. O edil, aliás, já chegou a chamar o prefeito de “vampiro”,
mas, ao que parece, espera contar com o apoio do prefeito, que por sua vez,
continua sendo investigado pelas operações “Fraternos” e “Gênesis”, pelo desvio
de cerca de R$ 250 mi dos cofres públicos, segundo a Polícia Federal (PF),
Controladoria-Geral da União (CGU) e Ministério Público (MP).
