Virou rotina faltar medicamentos
básicos nos postos e no Hospital Regional. O prefeito Robério Oliveira já
nomeou 9 secretários em 3 mandatos, mas não consegue resultados positivos. Só
embromação e favorecimentos políticos.
Apesar da propaganda enganosa publicada
nas redes sociais e parte da imprensa contratada, não há como esconder da
população de Eunápolis o descaso com a saúde pública e os problemas criados
pela má gestão dos recursos públicos, além da incompetência administrativa.
01
– A UPA (Unidade de Pronto Atendimento), é obra inacabada que está fechada há 7
anos;
02
– O Hospital Regional é a pior referência de atendimento de urgência da região;
03
– São inúmeros os casos de suspeita de erros médicos, mortalidade infantil
constante e subutilização da UTI;
04
– O setor de Regulação do SUS no município é controlado por vereadores da base
aliada do prefeito, que cotizam entre si consultas e exames;
05
– A frota de carros da Saúde é usada sem critério nem controle; agentes
políticos usam os veículos como se fossem carros particulares;
06
– O prefeito controla 90% do Conselho Municipal de Saúde, que não fiscaliza o
setor, sendo cúmplice do descaso;
07
– Há constantes casos de falta de medicamentos básicos nos postos e hospital,
inclusive para urgências e partos;
08
– Ainda no hospital, o autoclave – aparelho para esterilizar equipamentos
cirúrgicos – vive quebrado;
09
– A nova secretária de Saúde, Márcia Quaresma, ainda não mostrou se tem bagagem
para o cargo e administra a pasta sem transparência, omitindo informações.
Imagine que ela vem da escola da gestão do prefeito de Cabrália, Agnelo Júnior,
cunhado de Robério.
A
lista de problemas e descaso na Atenção Básica, média e baixa complexidade na
saúde pública de Eunápolis é interminável. É lamentável que o prefeito
Robério prefira esconder os problemas a enfrentá-los. Prefere mentir a
resolver. Perfil de um gestor que não aprendeu com os erros e só faz repeti-los.
Por Geraldinho
Alves, jornalista e editor do Bahia40graus
