Músicos: maior parte dos vereadores (sem compromisso com Eunápolis) diz ‘amém’ ao ‘soberano fraterno’



A sessão da Câmara de Vereadores de Eunápolis, na quinta-feira, 16 de maio, revelou a face submissa e descompromissada da bancada de vereadores aliada do governo Robério Oliveira (PSD), investigado pela Controladoria-Geral da União, Promotoria Pública e Polícia Federal,  nos envolvimentos nas operações Gênesis e Fraternos, de onde, segundo esses órgãos, ele [Robério], sua esposa, Cláudia Oliveira, prefeita de Porto Seguro e Agnelo Santos, ambos do PSD, lesaram dos cofres públicos, mais de R$ 290 mi. Os edis votaram o projeto de lei do vereador Arthur Dapé (DEM), determinando ao Executivo que contratasse no mínimo 30% de artistas locais e/ou regionais nas festas populares realizadas com recursos municipais. O placar foi de 9×6 pela rejeição.

Contra:

Dudu Oliveira (irmão do prefeito Robério)


Ubaldo


Paulo Brasil


Zé Miranda


Luisinho


Aderbal


Xinha


Gildair


Vavá


A favor:

Arthur


Jota Batista


Cherubino


Ramos Filho


Daniel


Jurandi


Autor do projeto, Arthur Dapé, entende que os edis votaram contra “a mando do prefeito”, por razões obscuras. “A ideia é fazer o dinheiro do município circular na economia da cidade”, argumentou o edil. “O que se vê é que não há valorização do eunapolitano, do comércio local, não há valorização do artista de Eunápolis”, pontuou.

Pedrão

O vereador Arthur Dapé aproveitou para criticar a festa do Pedrão: "é um grande esquema para lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos". Ele disse que é muito mais fácil se utilizar de contratos com grandes bandas, de empresas que são de fora, para superfaturar e praticar desvios.



Por redação do Trabuco Notícias, com informações do Bahia 40 Graus

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