Com a liberação das coligações proporcionais nas
eleições de 2018 pela reforma política, os partidos vão continuar adotando
enquanto puderem - neste caso, até 2020 - o chamado “chapão”, quando candidatos
de várias siglas se unem para disputar o pleito. No entanto, como o período
eleitoral ainda está relativamente longe, as negociações entre as legendas
estão frias e só devem se intensificar a partir de março, com a abertura da
janela partidária.
É o
que apontam presidentes estaduais dos maiores partidos baianos. Para o senador
Otto Alencar, que comanda o PSD na Bahia, a decisão sobre como o partido se
comportará nas proporcionais, dependerá da disposição de outros partidos em
fazer composição. Ele também avaliou que o Supremo Tribunal Federal, que ainda
deve julgar uma ação que pode vedar as coligações proporcionais este ano, não
deve mudar o entendimento já firmado pela reforma.
