Cláudio Galvão ao lado de Geddel, acusado de comandar facção criminosa
O empresário eunapolitano Cláudio
Galvão, esperneou no grupo do zap Jota Bastos Repórter, na noite de sexta-feira,
09 de dezembro, quando foi confrontado pelo radialista sobre matéria publicada
no G1, que dá conta de seu envolvimento em esquema de corrupção no município de
Jussari (BA). Segundo o Ministério Público Federal, os desvios do empresário foram
superfaturados em mais de 900% (novecentos por cento). Obras de verbas
federais. Os desvios originados do superfaturamento estão relacionados ao ano
de 2012, quando na prefeitura firmou contrato no valor de R$ 2 milhões, com a
Fundação Nacional de Saúde (Funasa), para realização de melhorias e ampliação
dos sistemas de abastecimento de água do município.
O MPF acrescenta que dos R$ 2 milhões contratados, R$ 823 mil foram repassados para a obra. No entanto, apesar da liberação dos contratos, as ações firmadas em contrato não foram relacionadas e a prefeitura não prestou conta dos recursos recebidos. Do Valor repassado, o MPF detalha que R$ 540 mil foram pagos à empresa Galvão Administração e Serviço de Obras Ltda. Entretanto, a perícia técnica teria apontado que os serviços realizados correspondem a apenas R$ 51 mil e que, ainda assim, foram feitos com uso de material de má qualidade.
O
MPF ainda cita, por meio de laudo da Polícia Federal (PF), que os R$ 490 mil
restantes teriam sido pagos indevidamente e embolsados ilegalmente pela
empresa, o que configurou um superfaturamento de 951,21%. Dos mais de R$ 490
mil desviados, cerca de R$ 100 mil se referem a serviços pagos em duplicidade.
Por
contas das irregularidades, o MPF pediu à justiça a condenação dos envolvidos.
Fonte: jbastosreporter.com.br
