Um estudo do Laboratório de
Pesquisa em Infectologia da Universidade Federal da Bahia apontou que o Estado não
deve ter surtos do vírus da Zika nos próximos anos. O levantamento apontou
também que outros locais onde houve grande incidência de infestação do vírus em
2015 e 2016 também não devem sofrer com surtos. A análise revelou um mapa da
incidência do vírus em Salvador, com prevalência em 63% da população. Os dados
foram levantados em parte do ano de 2015, no ano de 2016 e parte de 2017 -
antes, durante e depois do surto de Zika.
