Casos de pedofilia continuam crescentes, no que pese as retaliações


Mesmo com a punição de 16 a 30 anos de prisão à quem praticar violência sexual contra crianças ou adolescentes, caso a vítima venha a morrer, lei que tipifica o crime de pedofilia, aprovada pela comissão parlamentar de inquérito (CPI da Pedofilia), esses abusos continuam acontecendo.
São tantos casos registrados pela polícia e noticiados pelo TRABUCO NOTÍCIAS, também na região extremo sul da Bahia. Crianças que são violentadas dentro de suas casas e às vezes nas presenças das próprias mães, que ameaçadas, evitam denunciar esses casos à polícia.
BEBIDAS E ENTORPECENTES
Os casos de abusos sexuais acontecem, geralmente quando seus pais, ou responsáveis fazem uso de bebidas alcoólicas ou de entorpecentes. Os menores ficam desprotegidos, momento em que são abusados sexualmente.
AMOR À PRIMEIRA VISTA
Esses fatos se registram frequentemente, de acordo com dados da polícia, quando homens e mulheres se conhecem pela primeira vez. Um ou outro sempre convida seu parceiro (a) pra manter relações sexuais em casa, quando, sem nenhum conhecimento, passam a morar juntos.
DENUNCIAR COMO?
Outra questão levantada pelo TRABUCO NOTÍCIAS é justamente a razão das mães dessa juventude não denunciar os fatos à polícia. Algumas chegaram a falar à nossa reportagem por quais razões não denunciam estes casos. As ameaças de mortes são as principais razões. A proibição da mulher trabalhar é outro agravante.
AMEÇAS E IMPOSIÇÕES
O TRABUCO NOTÍCIAS ouviu algumas vítimas do sistema. Os depoimentos são diversos e terríveis, assim como as mães dessas vítimas devem proceder. Elas são escravizadas psicologicamente, geralmente não trabalham e dependem dos seus companheiros.
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Por Trabuco Notícias

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