A vitória apertada
de Dilma Rousseff nas urnas e a nova composição do Congresso trazem a
perspectiva de um mandato ainda mais difícil para a presidente reeleita, que
viveu momentos de tensão com deputados e senadores nos seus primeiros quatro
anos de governo. Além de enfrentar uma oposição mais sólida, Dilma viverá um
novo desafio com os partidos que integram sua base aliada e terá de curar
feridas da eleição. Dilma também se vê diante da possibilidade de ter, com
Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um comando rebelde na Câmara. Tanto no Senado quanto na
Câmara, Dilma terá de lidar com uma nova correlação de forças que não tende a
ser amigável.
