O
sindicato internacional de jogadores de futebol tenta há anos fazer com que o
uso da maconha deixe de ser considerado doping. Agora que a erva tem sido
liberada em várias partes do mundo, os jogadores acreditam que a proibição
esteja com os dias contados.
O
principal argumento é que a maconha não deveria ser considerada doping porque
ela não melhora a performance esportiva do atleta.
A Wada (agência mundial antidoping) já começou a
afrouxar o cerco a erva. No meio do ano passado, a agência aumentou o limite
tolerável de THC para 150 nanogramas (um nanograma é um bilionésimo de grama, ou
seja, 0,000000001g) por mililitro de sangue, o que na prática impede que um
atleta fume maconha no dia da competição, mas não antes dela.
O limite tolerável foi aumentado em dez vezes, e a
agência, que diz estar sempre monitorando novas descobertas sobre substâncias
proibidas, não descartou esticá-lo ainda mais. Uma revisão na lista deve ser
feita no ano que vem. Com informações do Uol.