Relatórios de gestão fiscal dos
primeiros quatro meses deste ano demonstram que os novos prefeitos baianos
mantiveram austeridade nas finanças públicas dos municípios comandados por
eles. A situação das dez maiores cidades da Bahia reflete um cenário quase
unânime de dificuldades enfrentada pelas administrações municipais baianas.
Se nos grandes municípios o cenário é de
"aperto de cintos", nos pequenos, que dependem mais de recursos
federais, o cenário das finanças é ainda mais grave. A queda nos repasses
federais fez com que a receita no primeiro quadrimestre deste ano fosse
semelhante ou menor ao mesmo período do ano passado.
Em Eunápolis, o ex-prefeito Robério
Oliveira deixou uma dívida de mais de R$ 15 mi. O prefeito Neto Guerrieri até
que começou a pagar parte da dívida, mas resolveu cruzar os braços, pois, segundo um assessor, “não dava mais para quitar o alto débito”.
