Não tem jeito: as calçadas não pertencem ao povo



“A Praça Castro Alves é do povo, como o céu é do avião”. Trecho da música Um Frevo Novo, de Caetano Veloso. Mas em Eunápolis, a situação é contrária: as calçadas pertencem a oficinas mecânicas, bares, vendedores ambulantes, enfim. Enquanto isso, cidadão divide espaço com carros, motos e bicicletas.

As reclamações são constantes, mas não valem a pena. As autoridades responsáveis para coibir esses abusos, parece não dar ouvidos para elas.

Na manhã desta quarta-feira (24), na Rua Paulino Mendes Lima, centro de Eunápolis, Judite Santos Gouveia, 34 anos, residente na Rua Mem de Sá, também no centro da cidade, por pouco não foi atropelada por uma moto Biz, dados ignorados, no momento em que ela descia de uma calçada, que estava ocupada por 02 motos.

Ela ainda tentou falar com os proprietários das motos, que imediatamente deixaram o local.