O Departamento de Polícia
Técnica e o Instituto Médico Legal de Porto Seguro devem divulgar até o dia 20
de dezembro para a Polícia Civil de Eunápolis, os laudos de criminalística
legal e de medicina legal esclarecendo oficialmente a causa morte do empresário
Carlos Fernandes de Oliveira, 51 anos, cunhado do deputado estadual Ronaldo
Carletto (PP) e integrante do conselho administrativo do Grupo Brasileiro, com
sede em Eunápolis.
O corpo de Carlos Fernandes foi encontrado
pendurado numa cena autêntica de suicídio, numa área externa da parte lateral
do Hospital José Ramos em Eunápolis, numa sacada que serve de banho de sol para
os pacientes da unidade. O empresário teria utilizado um lençol para se
enforcar, após ter amarrado uma ponta do tecido no pescoço e a outra ponta no
alto de uma grade e depois se soltado, tanto que o corpo foi localizado
totalmente suspenso do chão, por volta das 23h30 de quarta-feira, 28 de
novembro último.
Ele estava internado numa unidade da Unimed no
Hospital José Ramos em Eunápolis com problemas de depressão e o enigma teria
lhe motivado ao suicídio por enforcamento, em que foi vítima da sua própria
ação, na chamada tipificação jurídica, denominada de “suicídio clássico”. Os
inúmeros amigos da vítima ficaram chocados com a notícia do seu suicídio e
muitos disseram que tratava-se de um homem muito correto nos seus negócios e
direito ao extremo na sua conduta pessoal.
Natural de Itamaraju, o empresário Carlos Fernandes
era irmão da esposa do deputado estadual Ronaldo Carletto e pertencia ao
conselho administrativo da empresa Expresso Brasileiro. A morte
prematura do executivo surpreendeu a todos, tanto que por ocasião do
falecimento e do seu sepultamento, a família preferiu a discrição em respeito à
perda e a dor dos familiares.
Teixeira News
