Há pouco mais de
um mês, a embaladora de supermercado Elma Rodrigues Pena Santos, 34 anos, vem
encarando um drama. Seus dois filhos de 10 e 11 anos foram raptados pelo
próprio pai, Alcinei Alves Santos, 34 anos, que também é acusado de matar uma
pessoa em praça pública na cidade de Guaratinga, e está sendo procurado pela
polícia. A mulher contou que sempre foi agredida pelo marido, que ameaçava
matá-la caso fosse denunciado.
O
casal estava junto há 16 anos e há dois anos se mudou de Guaratinga para o
bairro Baianão, em Porto Seguro. Segundo Elma, ele estava fugindo por causa do
assassinato, que ocorreu em 2009.
Ela disse que no dia 23 de outubro último teve uma agressiva discussão com o marido e que no dia seguinte aproveitou o horário de almoço no trabalho e foi até a Delegacia da Mulher em Porto Seguro, denunciar o companheiro.
Ela disse que no dia 23 de outubro último teve uma agressiva discussão com o marido e que no dia seguinte aproveitou o horário de almoço no trabalho e foi até a Delegacia da Mulher em Porto Seguro, denunciar o companheiro.
Elma
disse ainda que o homem telefona de um celular, eventualmente, para o outro
filho deles, uma menina de 16 anos. A embaladora disse que está muito
preocupada com o bem estar das duas crianças e que os filhos não têm nenhuma
afinidade com o pai, devido ao seu histórico de violência.
A
mulher contou que está sob medida protetiva da Lei Maria da Penha, que
determina que o homem tem que manter uma distância mínima da mulher
ameaçada. A mãe denunciou que desde que teve a prisão decretada pela
justiça de Guaratinga, por causa do assassinato, Alcinei passou a utilizar uma
identidade falsa. Conforme Elma, o nome dele no outro documento é Alan Silva,
mas que a fotografia é a do RG original.
A mulher declarou ainda que Alcinei matou a pessoa errada em Guaratinga. Segundo ela, mesmo com a prisão decretada, Alcinei continuava freqüentado a casa dos pais em Guaratinga.
A mulher declarou ainda que Alcinei matou a pessoa errada em Guaratinga. Segundo ela, mesmo com a prisão decretada, Alcinei continuava freqüentado a casa dos pais em Guaratinga.
Elma disse também que
Alcinei não gostava de trabalhar. Queria que ela
saísse do trabalho para comprar um carro pra ele com o dinheiro da
indenização trabalhista. Ele só queria saber de curtir.
Radar 64