Inundações deixam milhões de desabrigados na China
As áreas inundadas do centro e do sul da China se preparavam para enfrentar novas chuvas nesta segunda-feira (20), depois que milhões de pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas ou se viram afetadas de alguma maneira pelo início prematuro da temporada de tempestades.
Um noivo é o principal suspeito de atear fogo ao castelo histórico que serviu de locação para o seu casamento, na noite da própria festa.
O ministro de Recursos Hidrícos da China, Chen Lei, disse que graves inundações provocadas por fortes chuvas continuarão ameaçando áreas do sul do país.
As fortes chuvas que começaram na primeira semana de junho afetaram muitas áreas do centro e do sul da China.
Mais de um milhão de pessoas em oito províncias, regiões e municípios foram retiradas de suas casas na semana passada.
Seis milhões de pessoas foram afetadas de alguma maneira pelas chuvas e inundações nas províncias de Hubei e Jiangxi, e outras 2,65 milhões na zona costeira da proviícia de Zhejiang.
Mulheres desobedecem governo e dirigem livremente na Arábia Saudita
Várias mulheres sauditas desafiaram a proibição de dirigir no país e saíram em seus carros, em protesto contra a discriminação que sofrem, segundo diversos ativistas.
Uma jovem que se identificou como Laila Sindi, da cidade litorânea de Yeda, afirmou em seu Twitter que saiu às 9h (3h, em Brasília) junto com uma amiga e sua prima em um veículo conversível e que as ruas estavam tranquilas.
Em Riad, Aziza Youssef, que declarou em seu Twitter ter 54 anos, disse que por volta das 12h (6h, em Brasília) dirigiu seu carro e que, inclusive, passou na frente de dois carros da polícia.
De volta à sua casa, ela afirmou que não teve nenhum grande problema, apesar de ter sido seguida por três veículos durante parte de seu percurso.
- Achava que eram policiais, mas eram três jovens que estavam tentavam me proteger.
Outra mulher, que se identificou como Maha, declarou que também dirigiu pela capital acompanhada de seu marido, Muhamad Al Qahtani, presidente da Associação Saudita de Direitos Políticos e Civis.
Forças Paquistão prendem menina de 8 anos com colete-bomba
Forças de segurança do Paquistão detiveram nesta segunda-feira (20) uma menina de oito anos que usava um colete com explosivos na região de Dir, na fronteira com o Afeganistão.
Segundo fontes policiais citadas pela imprensa local, a menina afirmou em interrogatório que havia sido sequestrada poucos dias atrás na cidade de Peshawar por duas mulheres e um homem.
Ela também relatou que o trio lhe deu sedativos antes de levá-la à cidade de Balambat, onde foi detida, e que ouviu deles que seria usada em um atentado terrorista.
De acordo com esta versão, os sequestradores - identificados como insurgentes pelas autoridades - soltaram a menina nas imediações de uma zona de controle policial, mas fugiram após notarem que os agentes suspeitavam que ela estivesse com explosivos.
Este não é o primeiro caso de uso de crianças em ações suicidas no Paquistão. Um dos casos mais recentes aconteceu em fevereiro em uma base de recrutamento militar em Mardan.
Na ocasião, um garoto de 13 anos detonou a carga explosiva que levava na mochila e provocou a morte de 31 cadetes que faziam um treinamento.
Irã enforca em público três homens condenados por estupro e roubo
As autoridades iranianas enforcaram nesta segunda-feira (20) em público três homens condenados por estupro e roubo à mão armada, informou a agência de notícias local Fars.
Segundo a mesma fonte, os três réus foram enforcados no início da manhã em Zabol, no leste do país.
A execução pública era um procedimento muito habitual nos primeiros anos da República Islâmica - fundada em 1979 -, mas, nos últimos anos, tinha sido confinada aos pátios das prisões para tentar de melhorar a imagem do país.
No entanto, nos últimos meses o país voltou a registrar castigos físicos - como as chibatadas - e execuções nas ruas do país.
No Irã rege uma interpretação da lei islâmica que condena à pena capital assassinos, estupradores, narcotraficantes e aqueles que atentem contra a República Islâmica.
Segundo dados da Anistia Internacional, o Irã é, com mais de 300 enforcamentos por ano, o segundo país do mundo que mais execuções realiza, atrás apenas da China.
Noivo é suspeito de atear fogo a castelo no próprio casamento
Os bombeiros ainda estão trabalhando no rescaldo do incêndio que atingiu o castelo de Peckforton, no condado de Cheshire, norte da Inglaterra, na madrugada do domingo (19).
Todos os funcionários e cerca de 70 convidados que passavam a noite no castelo tiveram de ser retirados às pressas.
A polícia não divulgou a razão por trás da suposta ação do noivo, um homem de 36 anos da região de Merseyside. A imprensa britânica especula que o motivo tenham sido divergências a respeito da conta.
O indicente não deixou feridos, mas o fogo, que começou em uma das salas de estar, se espalhou por três andares e atingiu 25% da construção.
Em mais de 12 horas, estima-se que o incêndio tenha causado um prejuízo da ordem de um milhão de libras (cerca de R$ 2,7 milhões).
Foram mobilizados uma centena de bombeiros e 20 carros de combate ao fogo.
"Era um dia muito quente e a construção do hotel, com muros de pedra muito espessos, fez com que aumentasse a retenção do calor. Isto dificultou muito o acesso dos bombeiros", disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros de Cheshire, Keith Brooks.
Fonte: R7





