Funcionários públicos de Eunápolis denunciam cortes salariais e o não pagamento de horas extras

 

Um grupo de garis procurou a reportagem do programa Voz Ativa, da rádio Ativa FM de Eunápolis, para denunciar que a cada dia a situação se torna ainda mais insustentável na gestão de Cordélia Torres. Logo no início da gestão, os garis eram constantemente subjugados pelo comportamento agressivo e arrogante de Aroldo do Lava Jato, que era o diretor de limpeza pública.

Após protagonizar diversas denúncias de maus tratos aos servidores da limpeza urbana, Aroldo, foi destituído do cargo. Além disso, chegou a ser investigado em outro escândalo abafado pela gestão municipal, sendo enviado ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Posteriormente, Cordélia Torres nomeou seu primo, Marlon Cardim Torres, para o cargo de diretor de limpeza pública, mesmo passando por cima de uma possível recomendação do Ministério Público, acerca do nepotismo.

Com Marlon no cargo, a situação dos garis tornou-se ainda pior, pois agora, além dos maus tratos, os servidores já reclamam de filmagens durante o expediente de trabalho.

Por fim, mensalmente, um grupo de servidores públicos, que prefere manter o anonimato, por temer retaliações impostas por secretários, bem como pela própria gestora Cordélia, afirma que não aguenta mais tantos cortes salariais, além do não recebimento das horas extras devidamente trabalhadas no decorrer do mês.

Por Alinne Werneck -  jornalista