Já está saturada a tese de que “o
ouvinte sabe de quem estou falando”. Não. O cidadão, a cidadã que liga o seu
rádio ou que lê um jornal, devem ter conhecimento de informações concretas dos
seus profissionais da imprensa. Caso contrário, basta que cada cidadão compre
uma bola de cristal, para que possa adivinhar as coisas.
Comumente acompanhamos,
principalmente em alguns programas de rádio, seus apresentadores se dirigindo
aos ouvintes da seguinte forma: “tem um vereador que...”; “segundo um ouvinte,
o médico...matou o filho de uma paciente”; “um policial foi desastroso em sua
ação”. O ouvinte tem a obrigação da informação concreta.
Chega de uma imprensa fraca, fajuta,
sem conteúdo!
Por Trabuco Notícias
