Tiroteios, tráfico de drogas e roubos continuam sendo registrados com assiduidade em Eunápolis

Elenaldo Costa - Redator do Trabuco Notícias
O governador da Bahia, Rui Costa (PT), promete tratar a criminalidade com bastante rigor. Espera-se que a cidade de Eunápolis esteja no contexto dessa promessa, pois estão intoleráveis as reclamações no que diz respeito à troca de tiros – seja entre bandidos ou entre bandidos e polícia -, sem contar com o tráfico de drogas, que parece já ter tomado conta da cidade, além da frequência constante dos roubos (também chamados de assaltos).

Há poucos dias houve troca de tiros no bairro Minas Gerais – hoje um polo de esconderijo de bandidos -, pois faz ligações com diversas saídas, a exemplo dos bairros Alecrim, Stela Reis e Moisés Reis, além de outras condições de fugas para delinquentes, numa suposta reação da polícia, como aconteceu na última sexta-feira, quando policiais militares foram recebidos à bala. Os bandidos sem embrenharam no matagal. A polícia por mais que tenha tentado alcançar os elementos, não obteve êxito.

Tráfico de drogas

Dentro de casa, nas esquinas, estabelecimentos comerciais (diga-se, principalmente, bares), o tráfico de drogas está rolando solto. O combate a essa modalidade está sendo eficaz? Sim! A polícia pode fazer muito mais, tendo, obviamente, o apoio do governo estadual, no sentido de aumentar o número de policiais, viaturas, armamento, munições, combustível e, principalmente, um salário digno à corporação. Enquanto isso não acontece, nossa juventude está ao mercado improdutivo, cuja recompensa é a vida.

Furtos constantes

Com relação aos roubos – também chamados de assaltos (quando há contato com a vítima, violência ou ameaça), a comunidade eunapolitana já não suporta mais. As queixas são constantes, a ponto de a vítima não procurar mais a Polícia Civil para registrar boletins de ocorrências.


Para se ter ideia da situação, alguns policiais e familiares vêm sendo vítimas da modalidade, que cresce à todo instante, principalmente com a chegada corriqueira de pessoas oriundas de outras localidades que passam a habitar no município. Algumas inclusive foragidas da Justiça.