Mulheres e mães dos detentos do conjunto penal de Eunápolis
fizeram uma manifestação em frente ao prédio do Ministério Público, no centro
da cidade, na manhã da última quinta-feira (1º). Elas denunciam que os
presidiários estão sofrendo maus tratos e pedem a intervenção do MP. As
manifestantes que são, em sua maioria, do município de Porto Seguro, não
puderam ser recebidas pelos promotores, já que o expediente era interno.
'Eles estão sofrendo maus tratos lá. Sem água para beber. A comida é pouca. E agora suspenderam as visitas. A gente não pode visitar nossos maridos e as mães os filhos delas. Não deixaram a gente entrar hoje, pra gente não ver o que está acontecendo', afirmou Cristiane Conceição de Souza (em destaque), mulher de um detento.
'Eles estão sofrendo maus tratos lá. Sem água para beber. A comida é pouca. E agora suspenderam as visitas. A gente não pode visitar nossos maridos e as mães os filhos delas. Não deixaram a gente entrar hoje, pra gente não ver o que está acontecendo', afirmou Cristiane Conceição de Souza (em destaque), mulher de um detento.
As mulheres disseram ainda que protocolaram uma denúncia no
Ministério Público no último dia 29. Uma das esposas contou que há um
preso ferido no local e que as informações são escassas. 'O que está
acontecendo é desumano.Pagar pelo que fez eu acho correto, mas de maneira
digna, declarou Lucinária Oliveira da Silva, irmã de um presidiário.
Outro lado - O coordenador de segurança do presídio, Isaías Gregório, rebateu as acusações, afirmando que não houve motim ou rebelião. Segundo Gregório, no domingo, após uma vistoria nas celas, foi encontrada uma faca artesanal. 'Os presos não gostaram da revista e ficaram agitados. Como medida padrão, a coordenação do presídio suspendeu as visitas, mas com o consentimento do juiz da Vara de Execuções Penais', declarou.
Quanto a questão dos presos estarem sem água para o banho e para beber, ele falou que a denúncia não procede. 'O que ocorreu foi que houve falta de água no dia do apagão por duas horas, mas apenas para o banho. Tinha água para beber', frisou.
Sobre o preso ferido, o coordenador de segurança do presídio declarou que ele foi medicado na enfermaria. Isaías finalizou dizendo que há cerca de 15 dias o presídio recebeu a visita de membros da OAB de Eunápolis e do Conselho da Cidade para verificar algumas denúncias. Conforme o coordenador, nada de irregular foi encontrado.
Outro lado - O coordenador de segurança do presídio, Isaías Gregório, rebateu as acusações, afirmando que não houve motim ou rebelião. Segundo Gregório, no domingo, após uma vistoria nas celas, foi encontrada uma faca artesanal. 'Os presos não gostaram da revista e ficaram agitados. Como medida padrão, a coordenação do presídio suspendeu as visitas, mas com o consentimento do juiz da Vara de Execuções Penais', declarou.
Quanto a questão dos presos estarem sem água para o banho e para beber, ele falou que a denúncia não procede. 'O que ocorreu foi que houve falta de água no dia do apagão por duas horas, mas apenas para o banho. Tinha água para beber', frisou.
Sobre o preso ferido, o coordenador de segurança do presídio declarou que ele foi medicado na enfermaria. Isaías finalizou dizendo que há cerca de 15 dias o presídio recebeu a visita de membros da OAB de Eunápolis e do Conselho da Cidade para verificar algumas denúncias. Conforme o coordenador, nada de irregular foi encontrado.
Radar 64
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