Língua Ferina, o intruso
O filho de Língua Solta, o Língua Ferina, querendo
puxar o pai, saiu com a seguinte ideia:
“Pai, fala dos políticos e de gente da
imprensa que pegam dinheiro da Eunapolitana e da Sanamartur”.
Língua Solta respondeu dizendo: “isso é coisa
de gente grande e que ele, Língua Ferina, não deveria mexer com isso”.
Louro José
Ailton Tomazelli, empresário, político e
apelidado carinhosamente por “Louro José”, foi procurado pela produção do
Língua Solta.
Perguntado se ele teria sido sondado por Neto
Guerrieri para ser secretário de infraestrutura. Ele disse que não. Sempre
sorridente.
E que se fosse convidado para assumir a
pasta, Tomazelli, o “Louro José” disse que não aceitaria. Mas continuava
sorridente...
Auditoria I
Auditoria na gestão Robério Oliveira e Mestre
Binha pergunta ao vereador Galego do Regional sobre a questão.
Galego do Regional responde com categoria:
- Sabe Mestre Binha, eu fiço uma proméssia que nesse relatóro fico netro”.
Coisas do nosso vereador galeguinho...
Auditoria II
Perguntado por Mestre Binha se seria contra
ou a favor, o vereador eleito Nádio da Roni não hesitou em responder:
“O prefeito Robério Oliveira é meu amigo!”
Resultado: É assim ser representante fiscal
do povo que o elegeu? Noutras palavras, algo de errado há na gestão Robério
Oliveira para que a auditoria não seja feita. Pensa Nádio.
Anaildo sem suco de pimenta não serve
Dos candidatos traíras, Anaildo Colonia já
falou de um deles, Negão da Água, que até hoje não respondeu às críticas.
Mas, quando finalmente o radialista irá tomar
o garrafão com suco de pimenta e citará os nomes dos vereadores que compraram
votos?
Fato é que na campanha de Negão da Água, enquanto
falta na cidade, na campanha dele entrou muita água.
Candidatos sumidos
Nessa política deu de tudo. Candidato que
tinha o batatão ficou mesmo com a batatinha; gente que bateu no hospital por
ansiedade antes mesmo do começo das apurações e novamente após o resultado.
Já outros estão desaparecidos até hoje.
Candidatos revoltados
Teve candidato que deu
cimento, lajota, areia carregou nenê no colo, pagou cachaça, tira-gosto e
dinheiro de montão.
Perdeu a eleição e o eleitor chamado de traidor...
E o cabo eleitoral, como
fica nessa questão?
Teve candidato que está
injuriado porque só teve um voto e mesmo assim foi anulado...
Teve mãe que nem votou no
próprio filho...
O candidato revoltado disse
que ia tomar de volta tudo que ele deu ao eleitor...
Cuidado com ele
O ex-vereador Vasco Queiroz pulou daqui;
tentou dalí; correu pra lá, pra cá e não teve jeito para concorrer às eleições
municipais. Foi apoiar o ex-vereador Sessé, e nada.
Foi em busca de sombra e água fresca com o
vereador Ubaldo Suzart e este lhe disse:
“Paguei e não lhe devo nada.”
Dizem que ele será um dos assessores do
vereador eleito Jorge Maécio.
Em sendo verdade, seria bom Jorge Maécio já
começar a ensaiar aquela música antiga que diz...
“Se a canoa não virar, olé, olé, olá, eu
chego lá...”.
Língua Solta
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