Essa
veio pelo email blogdoelenaldocosta@hotmail.com:
Língua Solta, como votar em um candidato a prefeito em que o nome dele já diz
tudo... Peba. (Referindo-se ao ex-candidato a prefeito de Itapebi)
Essa
sim é pra quietar...
E
na futura Câmara de Vereadores de Eunápolis, o povão vai desfrutar não só de
cafezinho e água gelada. Terá ainda leite, cavaco e pelanca. Caso alguém queira
algo mais, pode então saborear um pedaço de rocha. Se passar mal, tem farmácia
no local ou até mesmo um chá de alecrim, poderá solicitar um taxista e se for o
caso, bater no regional. Lá, com certeza teremos um doutor. Tem até locutor pra
anunciar: chegou mais um necessitando de atendimento.
Passou mal na câmara...
Querú,
espertão, teve o apoio incondicional de uma educadora. Só que ela, a educadora,
não ensinou direitinho o eleitor a votar nele.
É
aquela coisa: o professor faz que ensina; o eleitor finge que vota
Maestro
Antônio até que ensaiou. Mas não passou disso. Ensaia mais maestro, quem sabe
em 2016 não dê certo?
Adenir
Lima, o do banco, bem que contou, contou, contou, mas no fim das contas, só
780. Esse contou demais com o ovo na urna da galinha.
É o
bicho, é o bicho, vou te devorar... O homem do bicho, Moacyr Almeida foi
devorado dentro do próprio zoológico. Credo!
Frase
de Izabel da Colônia: “Aqui no pedaço quem manda sou eu. Não tem tchá, tchá, tchá,
nem tchu, tchu, tchu”.
“Perdi
a política porque não expliquei direito o que queria”. Você entendeu o que
estou falando?
Bentinho
do bairro Minas Gerais saiu com essa: “A partir de agora vou ficar com as
barbas de molho”.
Já
o Bentivi voou, voou, voou, voou... E continua batendo asas até agora à procura
dos votos.
